Foundry Hosted Agents com .NET: Entenda Invocations vs Responses na Microsoft Foundry

Foundry Hosted Agents com .NET: Entenda Invocations vs Responses na Microsoft Foundry

Aprenda as diferenças entre os protocolos Invocations e Responses da Microsoft Foundry, veja exemplos práticos em .NET 10 e descubra como publicar Hosted Agents utilizando o Microsoft Agent Framework.

17 de julho de 2026

Você já conseguiu fazer um agente de IA responder no terminal. Ótimo. Mas a pergunta que inevitavelmente aparece em seguida é: como transformar esse agente em um serviço que possa ser consumido por outras aplicações, com suporte a escala, observabilidade e um contrato padronizado de integração?

É exatamente nesse ponto que entram os Hosted Agents da Microsoft Foundry.

Em vez de criar toda a infraestrutura necessária para expor endpoints, gerenciar requisições e implementar padrões de comunicação do zero, a Microsoft oferece um modelo hospedado que define como um agente deve se comportar dentro da plataforma. Isso inclui contratos HTTP bem definidos, mecanismos de readiness, protocolos de comunicação e integração nativa com recursos avançados, como conversas multi-turn, streaming e ferramentas externas.

Mas existe uma decisão importante logo no início: utilizar o protocolo Invocations ou adotar a Responses API?

Embora ambos permitam publicar agentes hospedados, eles atendem necessidades diferentes. Um oferece liberdade total para controlar a experiência; o outro entrega um contrato padronizado, pronto para cenários modernos de agentes conversacionais.

Neste primeiro artigo da série Foundry Hosted Agents, vamos explorar os fundamentos desse modelo utilizando .NET, C# e o Microsoft Agent Framework. Além da teoria, o conteúdo é acompanhado de três demonstrações práticas que mostram desde a estrutura mínima de um Hosted Agent até a publicação de agentes gerenciados diretamente pela Microsoft Foundry.

Se você trabalha com IA no ecossistema Microsoft e quer entender como sair do protótipo para uma arquitetura pronta para integração, este é o ponto de partida.

Assista ao vídeo abaixo e acompanhe o primeiro episódio da série.

Acesse o repositório abaixo:

GitHub - carlosmachel/maf-video-27: MAF VIdeo 27
MAF VIdeo 27. Contribute to carlosmachel/maf-video-27 development by creating an account on GitHub.

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