A Conta Chegou: GitHub Anuncia AI Credits e Marca 1º de Junho como o Fim da Era PRU
Olá pessoALL, não deu nem uma semana. No dia 22 de abril publiquei aqui o post A IA Barata Está Acabando, argumentando que o modelo de assinatura flat para uso ilimitado de agentes não fechava conta e que, mais cedo ou mais tarde, a cobrança ia se realinhar com o custo real de inferência. Cinco dias depois, hoje, 27 de abril de 2026, Mario Rodriguez, Chief Product Officer do GitHub, publicou o anúncio oficial: a partir de 1º de junho, o Copilot abandona Premium Request Units (PRUs) e passa a cobrar por uso real, em GitHub AI Credits, lastreados em tokens.
A previsão virou cronograma. E o cronograma virou data.
Não vim aqui em tom de vitória. Vim explicar com calma o que muda, por que o GitHub fez do jeito que fez, e o que isso significa pro seu time. Tem muita coisa boa no anúncio, tem coisa que vai exigir adaptação, e tem um detalhe técnico que praticamente ninguém leu na doc oficial mas que muda a matemática de quem está em plano anual Pro+. Vamos por partes.
O anúncio em uma página
Sem floreio, o que muda em 1º de junho de 2026:
- PRUs morrem. No lugar entram GitHub AI Credits, consumidos por tokens (input, output e cached) nas tarifas oficiais de API de cada modelo.
- Preços base não mudam. Pro continua US$ 10/mês, Pro+ US$ 39, Business US$ 19/seat, Enterprise US$ 39/seat.
- Cada plano vem com uma cota mensal de créditos, equivalente em dólares ao valor do próprio plano (1 crédito = US$ 0,01):
| Plano | Preço | Créditos inclusos/mês | Promo Jun-Ago |
|---|---|---|---|
| Copilot Pro | US$ 10 | 1.000 | — |
| Copilot Pro+ | US$ 39 | 3.900 | — |
| Copilot Business | US$ 19/seat | 1.900 | 3.000 |
| Copilot Enterprise | US$ 39/seat | 3.900 | 7.000 |
- Code completions e Next Edit Suggestions continuam ilimitados e não consomem créditos. Vale repetir, porque me parece o ponto que mais gente vai ler errado: o autocomplete que a maior parte dos devs usa o dia inteiro não conta na sua fatura.
- Acabou o fallback automático. Hoje, quando os PRUs do mês esgotam, o Copilot cai pra um modelo mais barato e você continua trabalhando. A partir de junho, quando o crédito esgota, ou você libera orçamento adicional ou para. Sem rede de segurança silenciosa.
- Copilot code review passa a ter custo duplo: consome AI Credits e GitHub Actions minutes (no runner que fizer o review).
- Plano anual Pro/Pro+ não auto-renova. No fim do ciclo, você cancela com refund pro-rata ou cai pra Copilot Free. E até lá, os multiplicadores do seu plano anual mudam em 1º de junho. Chego nessa parte.
- Preview bill em maio. Antes do switch, todo mundo (individual e admin de org) vai ver na página Billing Overview do github.com uma simulação do que teria pago no mês corrente sob o novo modelo. Esse é o reality check da temporada.
Antes de discutir implicações, precisamos parar num conceito que o blog post oficial não explica direito mas que é a chave pra ler todo o resto: o que é, na prática, um crédito.
Como ler 1 crédito (a unidade que importa agora)
Na lógica antiga, você raciocinava em "premium requests": uma chamada ao Sonnet custava 1 PRU, ao Opus custava 10 PRUs, ao GPT-4.1 custava 0. Era opaco, mas mentalmente simples. Você contava interações.
Na lógica nova, você conta tokens. E cada modelo cobra um preço diferente por milhão de tokens, separando input, output, cached input e (no caso da Anthropic) cache write. Para traduzir: 1 crédito = US$ 0,01. Os preços oficiais por 1 milhão de tokens, segundo a tabela de Models and pricing, recortando só os modelos que eu vejo gente usando todo dia:
| Modelo | Input (US$/1M) | Cached input | Output (US$/1M) |
|---|---|---|---|
| GPT-4.1 | 2,00 | 0,50 | 8,00 |
| GPT-5.4 | 2,50 | 0,25 | 15,00 |
| Claude Sonnet 4.5 | 3,00 | 0,30 | 15,00 |
| Claude Opus 4.7 | 5,00 | 0,50 | 25,00 |
| Gemini 2.5 Pro | 1,25 | 0,125 | 10,00 |
| Grok Code Fast 1 | 0,20 | 0,02 | 1,50 |
Na prática, o que isto significa: o seu plano Business de US$ 19 = 1.900 créditos = US$ 19 em tokens. Se você gastar tudo em output do Opus 4.7 (US$ 25 por 1M tokens), seu mês inteiro são 760 mil tokens de output. Numa sessão agentic real do Copilot Coding Agent, varrendo um repositório médio, isso some em 2 ou 3 PRs sérios.
Já se a sua rotina é majoritariamente chat curto com Sonnet 4.5 ou Grok Code Fast, esse mesmo seat dá pra muito mais coisa: milhões de tokens, dezenas de sessões. Lição aprendida: o custo agora não depende do plano, depende do modelo que você escolhe e do tamanho da tarefa.
Guarde essa intuição. Ela vai ser importante quando a gente chegar nos multiplicadores anuais.
Por que esse anúncio era inevitável (e por que aconteceu agora)
Tem uma frase no post do Mario Rodriguez que merece ser lida com calma. Cito (tradução minha):
"Hoje, uma pergunta rápida no chat e uma sessão autônoma de programação de várias horas podem custar ao usuário o mesmo valor. O GitHub absorveu boa parte do custo crescente de inferência por trás desse uso, mas o modelo atual de premium request já não é sustentável."
É exatamente o argumento que defendi semana passada. Mas tem uma camada que vale acrescentar agora, e que ajuda a entender por que essa decisão saiu do GitHub especificamente nesta semana.
A maior parte do uso pesado do Copilot hoje passa por modelos da Anthropic rodando dentro do próprio Copilot: Sonnet 4.5, Sonnet 4.6, Opus 4.6, Opus 4.7. Esses modelos não são gratuitos pra Microsoft. O GitHub paga inferência ao fornecedor, da mesma forma que qualquer outro cliente da API paga. E quando a Anthropic, há uma semana, sinalizou publicamente que o próprio modelo de assinatura deles não fecha (empurrando Claude Code do plano de US$ 20 pra planos de US$ 100 e US$ 200), ficou óbvio: se o fornecedor da inferência admite que a conta não cabe em US$ 20, o Copilot não tem como continuar absorvendo isso por US$ 19/seat de Business com uso pesado de agente.
Some a isso o calendário. O ano fiscal da Microsoft fecha em 30 de junho. O FY27 começa em 1º de julho. O novo modelo de billing entra em 1º de junho. Aí mora a engenharia financeira do anúncio: dá pro time de finanças do GitHub fechar o último mês do FY26 já com o motor de billing novo rodando, e abrir o FY27 com a unit economics realinhada. Não estou dizendo que decisão de produto é tomada pelo CFO. Estou dizendo que a janela em que esse anúncio podia sair, com a promo de transição cabendo no fiscal corrente, era essa semana ou a próxima. Não foi crueldade. Foi inevitabilidade contratual com a Anthropic somada a uma janela fiscal.
O que o GitHub fez de diferente (e por que isso importa)
Se você comparar com o movimento da Anthropic há uma semana (sumir silenciosamente com o Claude Code da página de pricing do plano Pro, sem aviso, sem post, sem comunicado, e voltar parcialmente atrás depois que o Twitter pegou fogo), o jeito como o GitHub conduziu este anúncio é absurdamente diferente. E essa diferença é, pra mim, o ponto principal pra levar embora desse post.
Vamos enumerar:
- Cinco semanas de aviso prévio. Anúncio em 27 de abril, vigência em 1º de junho. Tem tempo de planejar.
- Preços base mantidos. Ninguém acorda no dia 1º de junho com o seat custando 5 vezes mais. O contrato seguiu.
- Preview bill em maio. Antes do switch, você vê quanto teria pago no mês passado sob o novo modelo. Honestidade rara num movimento de pricing.
- Promo de transição Jun-Jul-Ago pra Business e Enterprise. Business sai de 1.900 pra 3.000 créditos inclusos por seat por 3 meses. Enterprise sai de 3.900 pra 7.000. Subsídio real durante a aprendizagem.
- Pooled credits e budget controls disponíveis no dia zero, não como feature roadmap pra depois.
- Documentação completa publicada junto com o anúncio, incluindo a tabela detalhada de multiplicadores anuais Pro/Pro+. O GitHub colocou tudo na mesa.
Repito o que escrevi semana passada: a diferença entre plano consumer e contrato corporativo aparece exatamente em momentos de mudança material como este. Quem assinou Copilot Business via Microsoft Customer Agreement (MCA) ou Enterprise Agreement (EA) está vendo, na prática, o que esse contrato significa. Isso não é marketing. É a governança contratual entregando o que ela promete.
Mas vamos ser equilibrados: nada disso significa que o novo modelo é fácil de absorver. Significa que dá pra absorver de forma planejada. Próxima parada, a parte que vai exigir disciplina nova, especialmente em time grande.
Business e Enterprise: o que muda na mecânica
Aqui é onde o anúncio fica interessante de verdade pra quem administra Copilot em organização. Vou por feature, porque cada uma tem implicação prática.
Pooled credits na entidade de billing. Esta é grande. Hoje, no modelo de PRU, cada usuário tinha sua cota individual e o saldo não usado por um colega não podia ser reaproveitado por outro. Resultado: estoque desperdiçado em quem não usa Copilot intensamente, escassez em quem usa. A partir de junho, todos os créditos inclusos da sua entidade de billing viram um pool único. Se você tem 100 seats Business, sua organização recebe um pool de 190.000 créditos por mês (1.900 × 100), não 100 baldes isolados. Heavy users consomem mais, light users compensam. Adicionar uma licença no meio do ciclo aumenta o pool na hora; remover só vale no próximo ciclo. É a primeira vez que o Copilot trata "compra coletiva" como compra coletiva de verdade.
Budget controls em 4 níveis. Você pode definir orçamento de uso adicional (depois de esgotar o pool incluso) em enterprise, organization, cost center e user. Esse último é cirúrgico: setar orçamento de US$ 0 num user específico significa, na prática, bloquear o cara da Copilot quando o pool da org esgotar. Útil pra controlar piloto, pra restringir contratados, pra conter usuários que descobrem o agentic mode e saem disparando 50 sessões em paralelo. Setar orçamento alto em um cost center específico (ex: time de IA, time de plataforma) e baixo em outros é a base de uma política de FinOps decente.
Sem fallback automático. Esse ponto é repetido na doc, então deve estar valendo de verdade: quando o pool e o orçamento adicional acabam, o Copilot para. Não cai pra modelo mais barato, não faz menos silenciosamente. Você vê o impacto, o admin vê o impacto, e a decisão vem pra mesa. É menos confortável que o sistema atual? É. Mas vamos ser honestos: o fallback silencioso era exatamente o mecanismo que mascarava o custo real e impedia que times tomassem decisões informadas sobre uso de modelo.
Copilot code review com custo duplo. Cada review automatizado consome AI Credits (pelo modelo que o Copilot escolher, e o modelo não é exposto no review, então a estimativa fica em faixa, não exata) e GitHub Actions minutes pelo runner onde a infraestrutura agentic do review roda. Em runner self-hosted, acaba só nos créditos de IA. Em runner GitHub-hosted, vai vir nos dois lados da fatura. O workflow_path no relatório de billing muda em 1º de junho de dynamic/copilot-pull-request-reviewer/copilot-pull-request-reviewer para dynamic/agents/copilot-pull-request-reviewer. Quem tem dashboard de cost management filtrando por workflow_path precisa ajustar a query.
Vou fazer uma confissão antes de seguir: eu mesmo, na minha rotina, não tenho hoje uma estimativa boa de quantos tokens a minha equipe consome por dia. Ninguém tem. O sistema antigo escondia isso atrás de um número de PRUs que era proxy ruim do custo real. O preview bill de maio vai ser a primeira vez que muita gente, eu incluído, vai olhar pro número honesto. Vai exigir uma disciplina nova de FinOps que antes não precisava existir. E essa disciplina, no fim das contas, é saudável.
Pro e Pro+ individual: a parte que vai doer pra quem é anual
Plano mensal Pro e Pro+ tem o tratamento mais simples possível. Na renovação após 1º de junho, você é migrado automaticamente pro modelo de créditos. Pro vem com 1.000 créditos por mês (= US$ 10), Pro+ com 3.900 créditos (= US$ 39). Mesmo preço, mesma mecânica que Business, só sem pooled credits e budget controls. Faz sentido, você é uma pessoa só.
Plano anual é onde a coisa fica mais delicada, e é a parte que mais merece atenção neste post. Quem está em Pro ou Pro+ anual continua no modelo de PRU até o fim do ciclo, mas com uma pegadinha: os multiplicadores de modelo aumentam em 1º de junho. Os números, da tabela oficial, recortando os modelos que eu vejo gente usando todo dia:
| Modelo | Pro (multiplicador) | Pro+ (multiplicador) |
|---|---|---|
| GPT-4.1 | 0 | 1 |
| GPT-5.4 | 1 | 6 |
| GPT-5.3-Codex | 1 | 6 |
| GPT-5.4 mini | 0,33 | 6 |
| Claude Sonnet 4.5 | 1 | 6 |
| Claude Sonnet 4.6 | 1 | 9 |
| Claude Opus 4.6 | 3 | 27 |
| Claude Opus 4.7 | 3 | 27 |
| Gemini 3.1 Pro | 1 | 6 |
| Grok Code Fast 1 | 0,25 | 0,33 |
Repare na coluna do Pro+. Quem está em Pro+ anual e usa Opus 4.7 como modelo padrão (o perfil clássico de heavy user que justificou o upgrade pro Pro+ justamente pra ter Opus liberado) vai sair de um custo "1 PRU" no modelo antigo, que já era múltiplo na origem, pra um multiplicador de 27x sobre a base. Sonnet 4.6 vai pra 9x. Até GPT-4.1, que era zero, passa a contar 1x no Pro+ anual.
Parece má notícia. MAS (aqui entra um GRANDE MAS): pelo menos agora o custo é mensurável. No modelo antigo, ninguém sabia o que estava efetivamente queimando. Quando seu mês acabava você só via "premium requests esgotados" e sumia o acesso. Agora você vai ver, em dólar, o que cada modelo custou pra você. Vai ser desconfortável no primeiro mês. Vai gerar reflexão sobre quando faz sentido usar Opus e quando Sonnet resolve. Vai mudar comportamento, e mudar comportamento é exatamente o que o sistema de PRU nunca conseguiu provocar.
Mais um detalhe que poucos viram na doc: planos anuais Pro/Pro+ não auto-renovam depois de 1º de junho. Quando seu ciclo anual fecha, você tem duas opções: cancelar com refund pro-rata, ou ser rebaixado pra Copilot Free. Se quiser continuar pagando Pro/Pro+, precisa ativamente entrar e mudar pra plano mensal (com prorated credits). Não é o tipo de coisa que você quer descobrir três dias depois do vencimento.
A pergunta nova: quanto seu time consome em tokens?
Se você chegou até aqui, deve estar fazendo a mesma pergunta que eu fiz quando o post do Mario saiu: eu não tenho ideia de quanto o meu time consome em tokens por mês. É uma pergunta que ninguém precisava responder antes de hoje, porque o PRU era um número opaco que não traduzia em nada acionável.
A resposta vai começar a aparecer em maio, quando o preview bill estiver disponível na página de Billing Overview. Recomendação prática:
- Dia em que a preview bill aparecer: olhe o número da sua org. Compare com o que vocês estão pagando hoje em seats × preço.
- Identifique os outliers: o pool é compartilhado, mas a doc deixa claro que o relatório por usuário existe. Quem está consumindo desproporcionalmente? É uso legítimo de heavy user (ex: dev de plataforma usando Coding Agent) ou alguém deixou um agent rodando em loop infinito?
- Avalie a mistura de modelos: se 80% do consumo está em Opus 4.7 e a maior parte das tarefas seriam resolvidas em Sonnet 4.5, tem ganho fácil em educar o time a escolher modelo conscientemente.
- Defina policies de budget antes de 1º de junho: na enterprise, em cost centers e (quando faz sentido) em users individuais. É conversa difícil, mas é conversa que precisa acontecer antes do dia em que o pool acabar e alguém ficar travado no meio de uma sprint.
Aqui na AzureBrasil.cloud somos parceiros Microsoft e estamos ajudando clientes brasileiros a fazer exatamente isso: configurar billing de Copilot dentro da subscription Azure (com pagamento em BRL via boleto, evitando cartão internacional e IOF de 6,38%), ativar pooled credits, definir budget policies por cost center alinhadas à estrutura organizacional do cliente, calibrar a preview bill de maio, e desenhar a política de uso de modelos que faz sentido pro perfil do time. Se o seu time está olhando pro 1º de junho com aquela sensação de "preciso fazer alguma coisa antes mas não sei o quê", fala com a gente. Tem caminho mais simples do que parece.
A lição que esta semana confirma
Volto ao começo. Semana passada eu escrevi que a fase de IA subsidiada estava acabando. Hoje, 27 de abril, a Microsoft colocou data: 1º de junho de 2026. Não é teoria, não é tweet de analista, é cronograma oficial publicado pelo CPO do GitHub.
A diferença entre o que aconteceu há uma semana com a Anthropic e o que aconteceu hoje com o GitHub é exatamente o que eu argumentei naquele post: governança contratual e previsibilidade não são luxo, são o produto. Cinco semanas de aviso, preços base mantidos, preview bill em maio, promo de transição de três meses, doc completa publicada no dia, pooled credits e budget controls disponíveis no dia zero. Esse não é o comportamento de um fornecedor que descobriu o problema ontem. É o comportamento de um fornecedor que vinha planejando o movimento e que escolheu fazer com o cliente, não no cliente.
Pra times de engenharia, a recomendação prática que eu fechei o post anterior continua valendo, agora com peso a mais: Copilot Business ou Enterprise, faturado via Azure, com governança configurada e billing em BRL. A diferença é que agora você tem uma data, tem uma promo de transição e tem ferramentas (pooled credits, budget controls em 4 níveis, preview bill) que tornam essa transição administrável.
Pra quem está em Pro+ anual usando Opus pesado: corre pra fazer a conta com os novos multiplicadores. Você ainda está no plano antigo até o seu ciclo fechar, mas a partir de 1º de junho o multiplicador novo já vale, e a renovação automática não vai acontecer.
E pra todo mundo, a frase é a mesma: a era da IA com preço de promoção acabou. O que vem agora é IA com preço de produção. Curto prazo, é menos confortável. Médio prazo, é mais saudável pro setor e mais previsível pra quem precisa contratar isso como ferramenta de produção.
E você, como está se preparando pro 1º de junho? Já olhou como vai ficar a fatura do seu time no novo modelo? Já configurou budget por cost center? Deixa nos comentários, tô bem curioso pra saber como diferentes times estão lendo o anúncio de hoje.
[]s e até a próxima.
Links Úteis
- GitHub Copilot is moving to usage-based billing — Mario Rodriguez (GitHub Blog, 27/abr/2026) — anúncio oficial
- Changes to GitHub Copilot Individual plans — Joe Binder (GitHub Blog, 20/abr/2026) — post anterior que pausou signups e ajustou limites
- Models and pricing for GitHub Copilot — Docs — tabela completa de preços por modelo + multiplicadores anuais Pro/Pro+
- Usage-based billing for individuals — Docs — mecânica de créditos pra Pro e Pro+
- Usage-based billing for organizations and enterprises — Docs — pooled credits, budget controls e mecânica corporativa
- FAQ e discussão da comunidade GitHub — perguntas frequentes do anúncio
- A IA Barata Está Acabando: Por Que GitHub Copilot Business é a Aposta Mais Segura Agora — post anterior, contexto completo da tese