Data & AI Experience: o que acontece quando você junta decisores de dados numa sala (sem slides genéricos)
Primeira edição do evento reuniu decisores de tecnologia na Microsoft São Paulo para discutir governança, IA aplicada e o futuro das operações com dados.
No dia 25 de março, a sede da Microsoft em São Paulo recebeu a primeira edição do Data & AI Experience. Encontro presencial, público reduzido e curado. Feito para quem está de verdade no dia a dia de dados e IA dentro das empresas.
A proposta era simples: provocar o tipo de conversa que evento grande não permite. Nada de palestra de 45 minutos lendo slide. Nada de painel com cinco pessoas e zero profundidade. Formato próximo, direto e útil.

O que estava em pauta
Os temas vieram da rotina das empresas, não de uma agenda editorial:
- Governança de dados na prática, não na teoria
- Escalar analytics sem criar monstros de complexidade
- Integração entre sistemas que não foram feitos para conversar
- IA com resultado mensurável
- Otimização real do ecossistema Microsoft
Profissionais de empresas diferentes, compartilhando o que está funcionando, o que falhou e o que pretendem testar. Esse foi o nível da troca.
Microsoft Fabric na prática
A sessão sobre Microsoft Fabric fugiu do formato comercial. O foco foram cenários reais: unificar camadas de dados, simplificar arquiteturas que cresceram de forma desordenada, acelerar o acesso a informações que de fato movem decisões.
Um ponto ficou claro para todos na sala: dado só vale alguma coisa quando é acessível, confiável e conectado ao contexto do negócio. Fora disso, é custo.
Soluções para problemas reais
Quatro soluções foram apresentadas, cada uma atacando uma dor específica:
Power Embedded resolve algo comum: a inteligência de dados existe, mas fica presa em ferramentas separadas. A solução incorpora dashboards e análises dentro dos sistemas que as equipes já usam.
Power Omni ataca a fragmentação de dados entre canais. Quando a empresa opera em múltiplos pontos de contato, manter consistência nas informações vira obrigação. É isso que a ferramenta entrega.
Power ATA foi apresentado pela primeira vez. Automação e otimização de processos. Escalar operações sem escalar proporcionalmente custo e complexidade.
AZBR Monitor entrega visibilidade e controle sobre ambientes críticos. Para quem gerencia operações de dados, é a diferença entre reagir a problemas e antecipar.
O fio condutor não foi "o que elas fazem". Foi "que problema elas eliminam". Isso conectou com o público.
Networking que rende depois
Gente que toma decisão real, num ambiente pequeno e sem pressa. As conversas do almoço aprofundaram discussões da manhã. Boas práticas foram trocadas. Desafios comuns, mapeados. Contatos feitos com contexto, não com troca automática de cartão no LinkedIn.
O time ficou disponível o dia inteiro para dúvidas técnicas e conversas mais detalhadas.
Parceria que viabiliza
Essa primeira edição só saiu do papel por causa da Ingram Micro. Mais do que um patrocínio, foi uma parceria construída com propósito: conectar empresas, tecnologia e as pessoas certas na mesma sala.
Agradecemos à Ingram Micro pela confiança em apoiar uma iniciativa que prioriza profundidade em vez de volume, e conversa real em vez de vitrine. O compromisso deles com o ecossistema de tecnologia no Brasil foi essencial para transformar o Data & AI Experience em realidade.
O que fica
Existe uma demanda reprimida por conversas estratégicas de verdade. Profissionais querem menos conteúdo genérico e mais discussão conectada à realidade. Querem sair com algo aplicável, não com uma pasta de brindes.
Criar esse espaço, com o nível certo de gente e o formato certo de conversa, acelera a evolução das organizações de um jeito que webinar nenhum consegue.
É isso que o Data & AI Experience vai continuar entregando.
